Qualificação profissional ofertada pelo Governo do Paraná é referência para outros estados - Cantu em Foco - As principais notícias da região, você encontra aqui no Cantu em Foco

URGENTE

Qualificação profissional ofertada pelo Governo do Paraná é referência para outros estados

 

O secretário nacional de Qualificação e Fomento à Geração do Emprego e Renda, Magno Lavigne, destacou nesta quinta-feira (13) que a grande quantidade periódica de oferta de vagas nas Agências do Trabalhador do Paraná e cursos gratuitos de qualificação profissional são ações que servem de modelo para os demais estados para obtenção de bons resultados em empregabilidade via Sine.

O elogio foi feito em palestra conduzida pelo secretário com o tema "Qualificação Profissional e o Fomento às Agências do Trabalho como Forma de Geração de Emprego e Renda", em Almirante Tamandaré.

O desempenho do Paraná em intermediar contratos de trabalho rende ao Estado o "status" de maior empregador via rede Sine do País. De janeiro a junho de 2023, foram registrados 67.427 encaixes em vagas de emprego, primeiro lugar disparado no ranking de colocações através das Agências do Trabalhador. O Ceará encerrou o mesmo período com 22.299 contratações, enquanto São Paulo, terceiro colocado, encaixou 21.842 pessoas em vagas de trabalho por intermédio de agentes do Sistema Nacional de Emprego.

"O Paraná é uma pujância econômica de inovação e tecnologia, o que acaba por refletir também na forma como ajuda sua população a localizar vagas de emprego", destacou Lavigne, ressaltando ainda a importância da oferta abundante de cursos gratuitos de qualificação profissional para que as vagas especializadas sejam preenchidas rapidamente. 

Ele também disse que para dar maior celeridade ao encaminhamento de profissionais para postos de trabalho que exigem mão de obra especializada, o Ministério do Trabalho e Emprego implantará um sistema de pesquisa estatística para compreender o mercado de trabalho e, desta forma, promover melhor integração com o Sine. 

Para o secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, a proposta apresentada pelo governo federal para auxiliar a população a preencher vagas que exigem qualificação profissional se encaixa nas metas estabelecidas pela pasta. "Temos hoje no Paraná uma vasta oferta de cursos de qualificação para atender as demandas de setores da economia. Além disso, a SETR tem buscado cada vez se adaptar ao que é exigido por empregadores, tendo em vista as mudanças provocadas pela tecnologia", destacou. 

Além da promoção de capacitação e qualificação profissional, Moraes também ressaltou a importância do pagamento de bolsas para custeio de alimentação e transporte. De acordo com o secretário, muitos potenciais alunos acabam por abrir mão da formação, mesmo gratuita, devido às dificuldades em arcar com gastos de deslocamento e alimentação.

A SETR possui vários cursos gratuitos de qualificação, ofertados em diversas regiões do Estado. Somente no projeto Mais Qualificação, são 6.742 vagas para formação profissional para os setores da indústria, serviços e comércio. O projeto é desenvolvido pelo Governo do Estado em parceria com a Fecomercio e Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), por meio do Fórum Paranaense da Micro e Pequena Empresa. 

O projeto Carretas do Conhecimento está com mais de 1.800 vagas abertas em diversos cursos como Mecânica Automotiva, Refrigeração, Instalações Elétricas, Confecção, Panificação, entre outros. A SETR também possui outros projetos, como o Qualifica Paraná, Qualifica Mais Gestão e Mega-Gerar, todos criados para facilitar o encaminhamento ao mercado de trabalho.

MERCADO EM ALTA – O Paraná fechou o primeiro trimestre de 2023 com uma taxa de desocupação de 5,4%, mantendo-se entre os estados com o menor índice de desemprego do País, enquanto 16 outras unidades federativas registraram alta neste começo de ano. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), o indicador paranaense fica atrás apenas de Rondônia (3,2%), Santa Catarina (3,8%), Mato Grosso (4,5%), Mato Grosso do Sul (4,8%) e igual ao Rio Grande do Sul (5,4%), além de estar abaixo da média nacional, que ficou em 8,8%.


AEN