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URGENTE

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Adolescente vai para motel com namorado, sofre hemorragia e morre

 


O suspeito da morte de Lívia Izabel Zanetoni, de 17 anos, após uma hemorragia em um motel em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, na tarde desta quarta-feira (20) está muito abalado com o ocorrido e detalhou que tentou ajudar a adolescente. Ele está detido na Delegacia de Pinhais e, segundo o advogado de defesa, Igor Ogar, o jovem colabora e participa de diligências instaurados pela Polícia Civil. A menina foi por ele levada para Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Pinhais e faleceu logo em seguida. A causa da morte é investigada. Segundo a defesa, há informações preliminares e não oficiais de que o corpo da adolescente não apresenta sinais de violência.

“Falei com o Lucas, ele está muito chateado com a morte da adolescente, todos nos arrependemos profundamente dos acontecimentos. Disse que seu cliente não cometeu nenhum crime, na medida em que já temos informações preliminares que ela não foi vítima de nenhum tipo de agressão, o que já deixa claro que não há evidências disso ”, detalhou.

O jovem disse ao advogado de defesa que o sangramento do adolescente começou logo após a relação sexual. “Ele e a adolescente foram para o motel, fizeram sexo lá, momento em que ela começou a sangrar sem saber por quê. Ele ficou muito preocupado, ligou para o pessoal do estabelecimento, depois ligou para a PM, mas quando o socorro estava a caminho ele não quis esperar, estava muito preocupado, então a levou para a UPA em Pinhais. Lá ele não teve resposta dos médicos, decidiu procurar a mãe da adolescente, e na volta receberam a informação de que a jovem não estava mais viva. Até então, não há crime por parte de Lucas ”– descreveu em entrevista à Banda B.

Porém, no Boletim da Polícia Militar (PM), o menino relata que o sangramento do adolescente ocorreu durante a relação sexual. Há informação no documento oficial de que a menina era virgem.

Igor Ogar garante que o jovem já tem antecedentes, mas nenhum deles se assemelha à última situação. “Ele é uma pessoa que tem um histórico, mas não tem prática criminosa nesta área, manifesta-se no apoio à investigação e colabora com todas as diligências” – diz o advogado.

Banda B

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