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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Polícia Civil homenageia fundador do grupo Tigre

 


A Polícia Civil homenageou o delegado veterano Adauto Abreu de Oliveira, idealizador e fundador do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), unidade de elite, há 30 anos. A solenidade foi realizada nesta quarta-feira (11).

Oliveira disse estar emocionado por ter sido convidado a receber essa homenagem. "Depois de 25 anos eu fui convidado a essa reunião maravilhosa, reconhecendo os policiais, que com certeza são os melhores. O fato de ter sido reconhecido dá ao meu coração uma alegria imensa ", disse. 

Fundado em 30 de outubro de 1990, o Tigre nasceu com o desafio principal de frear os sequestros que ocorriam no Estado naquela década. De lá para cá, esse tipo de crime se tornou raro diante da reconhecida eficiência do grupo, o que lhe permitiu ampliar sua atuação dentro das atividades de polícia judiciária.

Oliveira idealizou o Tigre após retornar de um curso no Rio de Janeiro. Ele chegou com a ideia de dividir as equipes em três principais frentes: negociação, apoio técnico e resgate. Estrutura que prevalece até hoje. 

O delegado-geral Silvio Jacob Rockembach esteve presente na homenagem e agradeceu o delegado. “Se hoje o Tigre existe é graças a visão que o delegado Adauto teve há 30 anos atrás. Profissional que representa muito para a nossa instituição, exemplo de competência e profissionalismo”, ressaltou. 

O delegado-geral adjunto, Riad Farhat, também enalteceu o profissionalismo do delegado Adauto. “Ele é o responsável pela história do Tigre e sucesso da unidade, que começou com o pé direito sob seu comando. Adauto levou muito a sério o assunto, introduziu no Brasil os conceitos de operações especiais e investigações de sequestros. É mais do que justa essa homenagem, que aliás é muito pequena para a importância que ele tem para a história da Polícia Civil”, afirmou.

Para o delegado do Tigre, Cristiano Quintas, nada mais justo do que homenagear e agradecer o delegado Adauto por tudo o que fez pela unidade. “Há 30 anos ele teve a visão de que a Polícia Civil precisava de um grupo preparado para atender a situações que mais exigem uma rápida intervenção. Só temos a agradecer, se estamos aqui hoje é graças a ele”.

aen

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