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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Cidades do Paraná terão ajuda de drones para combater crimes eleitorais

 


Cidades do Paraná contarão com a ajuda de drones para combater crimes eleitorais, segundo a Polícia Federal (PF), nas Eleições 2020. A aronave é pilotada remotamente e faz a gravação de imagens.


Serão utilizados 24 equipamentos em diversos municípios do estado, como Curitiba, Londrina, Maringá, no norte do Paraná, Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, Guarapuava, na região central, Foz do Iguaçu, no oeste, e Paranaguá, no litoral.


De acordo com a PF, os drones sobrevoarão as principais zonas eleitorais do país para auxiliar na prevenção e na fiscalização de crimes eleitorais, como boca de urna, compra de votos e transporte irregular de eleitores.



A fiscalização será realizada de forma ostensiva, com patrulhamento, e de modo mais discreto, para a apuração de denúncias, segundo a polícia.


No caso de flagrantes, os drones voarão 40 metros de altura, por isso, as pessoas não escutarão o equipamento sobrevoando. Entretanto, a câmera conseguirá aproximar a imagem para registrar os suspeitos.


Em Foz do Iguaçu, além de usar os drones nos locais de votação, os policiais utilizarão as aeronaves para fiscalizar a Ponte Internacional da Amizade, entre Brasil e Paraguai.


O objetivo é coibir o transporte irregular de eleitores, chamado de brasiguaios, que são brasileiros que moram no Paraguai, conforme a PF.


Fiscalização

De acordo com o chefe da Delegacia de Defesa Institucional no Paraná, Flávio Setti, o principal foco do uso de drones é para a produção de provas de crimes, pois as imagens ficarão gravadas.


“As imagens estarão na mão da polícia de imediato, no momento do flagrante. Isso é uma prova excelente para o inquérito policial e para a posterior ação penal que vai decorrer dessa ação”, explicou.


Conforme a PF ainda, além dos drones, a polícia conta com um laboratório de informática para a investigação de notícias falsas.


Os equipamentos são capazes de analisar equipamentos apreendidos e monitorar grupos de WhatsApp, com mandado judicial, e redes sociais.


G1 PR

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