Paraná

Boletim epidemiológico confirma primeira morte por febre amarela no PR

A Secretária da Saúde (Sesa) do Paraná confirmou a primeira morte por febre amarela do estado no boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (7). O homem, de 64 anos, é morador da zona rural de Morretes, no Litoral, estava hospitalizado em um hospital de Curitiba e faleceu ontem (6). A confirmação do caso em humano na cidade acontece poucos dias depois que a Secretaria de Saúde de Morretes registrou a morte de um macaco por febre amarela. O homem morava na região do Candonga, cerca de 30 quilômetros de distância de onde o macaco foi encontrado, em São João da Graciosa. Segundo os dados do boletim, até o momento, foram confirmados oito casos da doença no Paraná e outras 62 notificações estão em investigação. Os casos confirmados residem em Curitiba, Antonina, Morretes, Campina Grande do Sul e Adrianópolis. O secretário da Saúde, Beto Preto, lembra que o mosquito transmissor do vírus da febre amarela entrou no Paraná pela mata atlântica do Vale do Ribeira, vindo do Estado de São Paulo, que registrou este ano 38 casos, com nove mortes; no ano passado, foram 503 casos da doença, com 176 mortes no Estado vizinho. “O Paraná está enfrentando a doença com muita determinação e trabalhando com transparência”, conta o secretário. Vacinação A única forma de prevenção contra a febre amarela é a vacina, que está disponível em todas as unidades de saúde de todos os municípios do Paraná. Desde janeiro já foram aplicadas 216.339 mil doses em todo o Estado. A imunização leva 10 dias para entrar em ação, portanto é recomendado o uso de repelente, mangas e calças compridas, especialmente para quem está perto de matas, já que a febre é silvestre. A vacinação é recomendada a pessoas entre 9 meses e 59 anos. Além dessa idade ou gestantes, lactentes e pessoas com doenças crônicas devem procurar orientação médica e apresentar receita para receber a vacina.

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