Cidades

Saúde confirma primeiro caso de coqueluche em 2019 no Paraná

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) confirmou laboratorialmente um caso de coqueluche em Ponta Grossa. Trata-se de uma notificação no mês de janeiro deste ano referente a uma criança do sexo feminino, com 1 mês de idade, fase em que ainda não recebeu a 1ª dose de vacina contra a coqueluche.

 A coqueluche, conhecida popularmente como “tosse comprida”, é uma doença transmissível causada por uma bactéria, Bordetella pertussis, a qual compromete o aparelho respiratório.

O principal sintoma da doença é a tosse seca há 14 dias ou mais, associada a outros sintomas. “Tosse súbita incontrolável, com tossidas rápidas e curtas em uma única expiração; ruído ao inspirar; coloração arroxeada ao redor da boca, saliência dos olhos e da língua (para fora da boca), salivação e vômitos pós-tosse”, explica a chefe de vigilância epidemiológica, Caroliny Stocco.

De acordo com a chefe de vigilância, em adolescentes e adultos, a coqueluche nem sempre se apresenta sob a forma clássica. “A doença poderá manifestar-se sob formas atípicas, com tosse persistente, porém sem paroxismos e o guincho característico”, ressalta Caroliny.

A coqueluche é transmitida através do contato direto da pessoa doente com pessoa suscetível, isso acontece pelas gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou ao falar e ainda pode acontecer a transmissão por objetos contaminados recentemente com secreções respiratórias. “O período de transmissibilidade se estende do 5º dia após a exposição até três 3 semanas após o início da tosse”, diz Caroliny.
Cantu em Foco

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