Cidades

Laudo confirma que criança morreu após ser estuprada no Paraná

O delegado Edgar Santana revelou que o laudo referente ao caso da criança de 2 anos que morreu em Ramilândia, com suspeita de ter sido violentada sexualmente, confirmou a conjunção carnal.
O caso foi registrado em 23 de fevereiro, quando a criança morreu. O acusado era padrasto da menina que foi levada por ele ao hospital, onde já chegou morta. Como era um caso suspeito, a polícia foi acionada. O homem foi preso e mesmo diante das evidências (a criança apresentava sangramento e lesões na vagina), ele negou o crime sexual. Em depoimento, o rapaz afirmou que “havia ficado nervoso com o choro da criança e que havia batido na garota, e que durante a surra ele teria introduzido o dedo na vagina da criança”.
Em entrevista a repórter Cristiane Guimarães, da Rede Massa, o promotor Lincoln Pereira, do Ministério Público de Matelândia, afirmou que o caso já foi denunciado a Vara Criminal. O homem deve responder por estupro de vulnerável e feminicídio com três qualificadoras, motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e meio cruel.
Ainda conforme o MP, “o laudo comprovou conjunção carnal e apontou que a criança morreu em decorrência dos ferimentos externos provocados pela agressão e, sobretudo, pelos ferimentos internos, gerados pela conjunção carnal”.
O suspeito que foi preso logo após o crime e estava custodiado na cadeia pública de Matelândia, foi transferido para uma unidade prisional e Foz do Iguaçu, o local exato não foi divulgado por medidas de segurança.
O caso corre em segredo de Justiça. À mãe da criança, a princípio, não foi atribuída culpa. Na época, ela revelou que precisou resolver um problema em outra cidade e por este motivo teria deixado a filha aos cuidados do padrasto.
Colaboração Cristiane Guimarães/André Garcia/Rede Massa
Cantu em Foco

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