quarta-feira, 14 de junho de 2017

Se você encontrar uma mulher com um ponto preto na palma da mão chame imediatamente a polícia!

De acordo com as estatísticas da Organização Mundial da Saúde, uma mulher em cada três em todo o mundo é submetida à violência doméstica. Estes dados terríveis são uma boa razão, não só para articular o problema, senão para falar a respeito.

O principal problema é que a violência doméstica tem muitas caras e das mais variadas, mas quase sempre está oculta ao olho alheio. Isto não é compartilhado nas conversas amistosas (em geral por medo).
Além disso, acredita-se que é vergonhoso. Por isso a maioria de nós pensa que isto só é possível em algum lugar distante. Não com nós, nem em nosso entorno, nem em nossas vidas.
Por iniciativa de um grupo de ativistas irlandesas, recentemente foi lançada uma extraordinária campanha chamada “THE BLACK” (ponto preto). O propósito deste projeto é chamar ainda mais atenção para o problema da violência doméstica.
Propõe-se que as mulheres que tenham sofrido violência desenhem na palma de suas mãos um ponto preto. É uma espécie de sinal de “SOS” para os demais..
O ponto preto será principalmente um sinal para amigos e parentes. Ao ver esse símbolo sobressalente na palma da mão, por exemplo, de uma amiga, é necessário apoiá-la.
Depois de tudo, às vezes as mulheres simplesmente não têm valentia para ameaçar seus maridos com um processo por suas ações.
Já foram registrados casos em que os pontos pretos serviram de resgate. Por exemplo, Jacqueline Pavlicek, do Reino Unido, enviou uma foto com um ponto preto na palma da mão a uma assistente social.
Em questão de horas a polícia chegou na casa do seu marido. Atualmente, o processo está em andamento, durante o qual se estabelecerá como seu marido negligente será castigado.
O problema da violência doméstica é maior do que parece à primeira vista. Na sociedade, supõe-se que isto acontece só em famílias desequilibradas. No entanto, as estatísticas mostram que entre os agressores há gente endinheirada:
Advogados, banqueiros e médicos. Os organizadores do projeto estão convencidos de que quanto mais gente souber sobre a violência doméstica, mais fácil será enfrentar o problema.
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