sábado, 18 de fevereiro de 2017

Avô estupra e mata neta de 7 meses no RJ

Policiais Civis da 58º Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro (Posse) prenderam em flagrante delito por Crime de Estupro e homicídio um homem, de 52 anos, por ter estuprado sua neta, um bebê de apenas 7 meses de idade. A criança foi levada ao hospital de Nova Iguaçu ainda no dia do ocorrido, mas morreu assim que chegou ao local.

O laudo pericial comprovou que a criança foi vítima de estupro, apresentando rompimento e ferida no ânus. Assim que a criança chegou na Unidade Hospitalar, profissionais acionaram a Polícia Civil, que imediatamente começou a ouvir familiares da vítima.

Mãe do bebê também já havia sido estuprada

A filha do acusado, que também é a mãe da criança, contou ao delegado que quando tinha 12 anos foi violentada pelo próprio pai. Com o depoimento, os policiais civis foram até a casa do acusado e o conduziram para prestar depoimento. Diante do delegado, o homem de 52 anos confessou que praticou o abuso sexual contra a filha quando esta tinha 12 anos e que ficava excitado quando via a adolescente mantendo relações com o namorado.

O homem confessou também que, quando sua filha terminava o relacionamento com o namorado, ele a abusava sexualmente. Entretanto, negou ter estuprado sua neta de 7 meses.

As provas e indícios para a prisão
Mesmo negando ter estuprado a netinha de 7 meses de vida, o acusado estava com a criança no momento do abuso. Ainda segundo a Polícia Civil, em virtude de todo um histórico de prática de abuso sexual, os laudos apresentados pelos médicos legistas não deixaram duvidas para que o avô recebesse voz de prisão em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, com o agravante do resultado morte.

Estatística assustadora
Estudos demonstram que no Brasil, a cada 11 minutos uma pessoa é estuprada. A maioria dos casos ocorre com crianças abaixo de 12 anos de idade. E o pior: aqueles que deveriam ser os principais protetores, são os que mais tornam o quadro estatístico aterrorizante. Levantamentos recentes apontam que 24% dos agressores das crianças são os próprios pais ou padrastos, e 32% são amigos ou conhecidos da vítima.


Fonte:Blasting news
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