terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

7 situações nas quais não se deve fazer exercícios

Mesmo que acreditemos que com um simples resfriado não precisamos interromper nossa rotina de exercícios, é bom reduzir a intensidade para que nosso organismo possa se recuperar adequadamente. 


Fazer exercícios físicos é um dos melhores hábitos que podemos colocar em prática para cuidar de nossa saúde física e mental.

É muito fácil de ser incorporado na rotina diária, não requer muito tempo, e seus benefícios são tantos que não têm comparação com outras atividades.

Na verdade, é uma das formas mais efetivas de aumentar o gasto energético para equilibrar o peso e prevenir vários tipos de doenças.
Além disso, tem efeitos positivos nas funções cognitivas, na resistência física e em outros aspectos que melhoram a produtividade no dia a dia.

Porém, mesmo que seja aconselhada sua prática diária, existem algumas situações nas quais é melhor evitar os exercícios para não sofrer reações indesejadas. 

Dado que muitos desconhecem quais são estes momentos, a seguir queremos revelar em detalhe os 7 principais.

1. Ter uma infecção com febre

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As infecções com febre, dor e mal-estar geral são uma resposta do sistema imunológico diante da atividade descontrolada de alguns vírus e bactérias.

Neste tipo de situações as forças físicas são reduzidas e, mesmo que seja diferente para cada caso, não é bom praticar exercícios neste momento.

Esta atividade inibe de modo transitório a função dos mecanismos de defesa e implica um gasto energético extra.

Por isso, praticar exercícios pode gastar as energias de que o corpo precisa para lutar de forma contundente contra a infecção.


2. Ter dormido pouco
Dormir menos de cinco horas é um hábito que causa graves consequências físicas e mentais no organismo.

Mesmo que muitos de seus efeitos não se manifestem no momento, com o passar do tempo podem ser desenvolvidas complicações e doenças.

O sistema imunológico e as forças físicas se enfraquecem imediatamente, por isso não é apropriado sobrecarregar o corpo com a prática de uma rotina de treinamento.

Uma noite ruim não só reduz o rendimento durante o exercício, como também aumenta a fadiga, o desequilíbrio e a falta de coordenação.

3. Ter uma lesão ou ferida

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As lesões musculares, articulares e ósseas requerem estritos cuidados como parte de seu tratamento, já que qualquer erro pode provocar graves complicações.

Embora muitos especialistas aconselhem alguns exercícios de baixo impacto como complemento para a recuperação, é preferível fazer repouso por alguns dias.

Isso se deve ao fato de que os movimentos dos tecidos lesionados impossibilitam a cicatrização e cura, o que prolonga a ferida ou, pior, a agrava.

É primordial ter isso sempre em mente, principalmente diante de:

Fraturas
Tendinite
Entorses
Contusões
Feridas abertas

4. Sofrer de gastroenterite
As doenças do sistema digestivo afetam o rendimento durante a prática de exercícios físicos e podem causar vômitos, diarreia e outros incômodos sintomas.

Para alguns viciados em exercícios estes transtornos não são um motivo para deixar de lado os treinamentos.

No entanto, é importante dar ao corpo um tempo de repouso para sua recuperação, já que o movimento excessivo e a perda de líquidos pode piorar a condição.

5. Receber o diagnóstico de uma doença crônica

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Os pacientes diagnosticados com doenças crônicas como o câncer, a hipertensão severa ou a diabetes devem ser muito cuidadosos no momento de fazer atividade física.
Estas e outras doenças alteram o funcionamento dos órgãos mais importantes do corpo e, por sua vez, implicam um gasto maior de energia.

Por tal razão é importante se afastar da rotina de exercícios, pelo menos até que o diagnóstico se confirme e seja iniciado um tratamento para estabilizar os sintomas da doença. 

Uma vez controlada, o treinamento de baixo impacto é benéfico para enfrentar a doença.

6. Estar gripado ou resfriado
Algumas posturas de ioga podem ser benéficas para controlar vários sintomas da gripe e do resfriado.

No entanto, as atividades de alto impacto, como o exercício cardiovascular, podem piorar os sintomas, inclusive quando são feitos de forma leve.

A transpiração, a perda de líquidos e o frio reduzem a resposta imunológica e deixam o corpo suscetível ao ataque dos vírus.

7. Ter feito esforços físicos

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Nem sempre é necessário procurar um centro de condicionamento físico para ativar e exercitar o corpo.

Em certas ocasiões fazemos algumas atividades que, sem notarmos, trabalham nossos músculos e todos os sistemas que participam quando treinamos.

Levantar caixas pesadas, mover móveis e inclusive fazer as tarefas de limpeza pode implicar certos esforços físicos que devemos levar em consideração.

Fazer mais exercícios depois deste tipo de atividades aumenta o risco de lesões musculares e fadiga.

Em conclusão, mesmo que o exercício seja uma prática muito benéfica para a saúde, é primordial saber em quais situações evitá-lo.

Mesmo que quase sempre seus efeitos sejam positivos, algumas vezes nosso corpo não está em condições de suportá-lo. 


Fonte: Melhor com Saúde

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